Para tudo na vida há um tempo,
Nada acontece por acaso,
Na ânsia de fazermos nosso tempo render
Vamos aos poucos tropeçando, caindo, levantando,
Às vezes magoando, machucando,
Querendo coisas que não nos pertencem,
Que Deus não nos deu, mas que queremos,
Então esquecemos o nosso caminho,
Não apreciamos o que temos,
É o tempo de travessia de nós mesmos,
E acabamos girando nos mesmos lugares,
Usando sempre as mesmas roupas,
Indo à casa dos mesmos amigos,
É um fazer sempre das mesmas coisas,
E depois reclamamos da rotina
Que não agüentamos mais,
Nossa opção, nossa vida, nossa escolha,
Tudo na vida tem um propósito,
Por mais simples que seja,
Como uma folha que cai,
Um pássaro que voa,
Para tudo tem um motivo,
Um por que, um fazer para que,
Temos que ousar novos caminhos,
Fazer novas amizades,
Alargar nossos horizontes,
Comprar roupas novas,
Ler novos livros,
Sair para a vida,
Viver e vivenciar o novo,
Para não ficarmos fadados,
E a margem de nós mesmos.
Muita gente guarda á vida para o futuro,
Depois fica embolada na meia-idade,
Não tem mais força, nem animo para aproveitar o que com tanto zelo guardou,
Esta perdida nalgum cantinho da alma.
Grandioso seria o dia em que abrindo as portas do coração,
La dentro encontrasse a força da vida, do amanhecer e a poesia do entardecer,
Todas as dificuldades superadas,
Todos os problemas resolvidos, ai então a vida se descortinaria,
E viver seria tomar uma dose de felicidade
Tão autêntica e forte que moveria a fé para um patamar acima.
Na verdade bom mesmo é ir à luta com determinação,
Abraçar a vida e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia,
Por que o mundo pertence a quem tem coragem de viver o seu tempo,
De acalentar sonhos e esperanças, sem medo de se machucar, de sofrer, de se entregar,
Na busca constante do que falta para se completar,
Tudo tem seu tempo e seu propósito,
Então não chore atrás da porta,
Vá à janela e veja o mundo todo a seus pés,
Pronto e feito para você, ele é seu,
Aprecie sua perfeição, sua extensão, seu presente de Deus,
Isto é ter propósito: viver.
CLEUSA GARCIA BRATTI
Aqui estão contidas Coisas que sei, Que penso e Que gosto escrever.
Páginas
Quem sou eu
- CLEUSA GARCIA BRATTI
- Nova Veneza, sul/Santa Catarina, Brazil
- Alguém que procura.....conhecimentos,.... reconhecimento,...viver,... amar, ..ser feliz...
sábado, 3 de julho de 2010
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Descoberta
Te descobri ...
No olhar inocente da criança;
No perfume exalado pela flor;
Na minha última esperança;
No fracasso que doeu, mas ensinou.
Te descobri....
No silêncio matinal;
No canto dos pássaros ao sol;
No orvalho virginal;
Na beleza majestosa do girassol.
Te descobri...
Que bom que estás aqui...
Meu coração em prantos te acolheu;,
E me elevei, quando caí;
Minha fé neste momento aconteceu.
Te descobri...
Te pedi, e a mim vieste;
Um mundo novo agora posso ver;
Nada pediste, nada quisestes.
Só a vontade de te querer.
Te descobri...
Estavas aqui sempre e a todo o momento
Agora quero cantar com louvor;
Eras tu que me sussurravas ao vento;
Tão perto de mim estavas. Oh! Senhor.
Te descobri...
O Senhor está aqui;
Aqui bem dentro de mim;
Daqui não vai mais sair;
Porque lhe disse sim....
No olhar inocente da criança;
No perfume exalado pela flor;
Na minha última esperança;
No fracasso que doeu, mas ensinou.
Te descobri....
No silêncio matinal;
No canto dos pássaros ao sol;
No orvalho virginal;
Na beleza majestosa do girassol.
Te descobri...
Que bom que estás aqui...
Meu coração em prantos te acolheu;,
E me elevei, quando caí;
Minha fé neste momento aconteceu.
Te descobri...
Te pedi, e a mim vieste;
Um mundo novo agora posso ver;
Nada pediste, nada quisestes.
Só a vontade de te querer.
Te descobri...
Estavas aqui sempre e a todo o momento
Agora quero cantar com louvor;
Eras tu que me sussurravas ao vento;
Tão perto de mim estavas. Oh! Senhor.
Te descobri...
O Senhor está aqui;
Aqui bem dentro de mim;
Daqui não vai mais sair;
Porque lhe disse sim....
Saudade!
Saudade: lembrança afetuosa e nostálgica,
de pessoa, situação, ou coisa distante,
ausente ou extinta
Saudade!
Sentimento alegre!
Alegre!
Quem sente saudade, é por ama,
O amor é alegre
Alegria de estar vivo
De ser lembrado
De ser saudado
Saudade!
Dor amarga, doce saudade!
Saudade das lembranças que fui esquecendo,
Dos amigos que acabei perdendo,
Mas continuo vivendo e aprendendo.
Saudade! Saudade! Saudade!
de pessoa, situação, ou coisa distante,
ausente ou extinta
Saudade!
Sentimento alegre!
Alegre!
Quem sente saudade, é por ama,
O amor é alegre
Alegria de estar vivo
De ser lembrado
De ser saudado
Saudade!
Dor amarga, doce saudade!
Saudade das lembranças que fui esquecendo,
Dos amigos que acabei perdendo,
Mas continuo vivendo e aprendendo.
Saudade! Saudade! Saudade!
domingo, 2 de maio de 2010
OLHAR FURTIVO E ETERNO
Não te pedi...
Vieste...
Palavras amáveis
Sorriso maroto
Olhar cativante
Te esperava... Ansiava...
Horas... Dias... Meses...
Sonhava... Sonhava mansamente
Quanto tempo... Quanta espera
Bastou que me dirigisse um olhar...
Apenas um olhar...
Foi o olhar mais quente, doce e sensual
Que alguém podia esperar...
Um olhar penetrante, aconchegante, envolvente.
Um olhar para se sentir amada, admirada, desejada, deslumbrada...
Nos lábios um sorriso maroto,
Porém, profundo marcados de desejos...
Desejos ocultos, inconfessáveis, proibidos...
Sensação gostosa deste olhar abraçado.
Envolvimento deste calor delicioso,
Aquecendo meu corpo...
Sentimento de felicidade,
Sentido de importância
Senti que me olhou...
Desejou-me,
Amou-me...
Neste segundo de olhar,
Foi a sensação mais inebriante e estonteante já sentida,
Um olhar,
Um segundo que marcará eternamente minha vida.
Vieste...
Palavras amáveis
Sorriso maroto
Olhar cativante
Te esperava... Ansiava...
Horas... Dias... Meses...
Sonhava... Sonhava mansamente
Quanto tempo... Quanta espera
Bastou que me dirigisse um olhar...
Apenas um olhar...
Foi o olhar mais quente, doce e sensual
Que alguém podia esperar...
Um olhar penetrante, aconchegante, envolvente.
Um olhar para se sentir amada, admirada, desejada, deslumbrada...
Nos lábios um sorriso maroto,
Porém, profundo marcados de desejos...
Desejos ocultos, inconfessáveis, proibidos...
Sensação gostosa deste olhar abraçado.
Envolvimento deste calor delicioso,
Aquecendo meu corpo...
Sentimento de felicidade,
Sentido de importância
Senti que me olhou...
Desejou-me,
Amou-me...
Neste segundo de olhar,
Foi a sensação mais inebriante e estonteante já sentida,
Um olhar,
Um segundo que marcará eternamente minha vida.
Depressão
Meu peito se rasga de dor,
É uma tristeza que não tem lugar,
Dói em todo meu ser,
Uma dor que não sei explicar.
Choro por tudo e todos
Os pensamentos negativos povoam minha mente,
E não consigo controlar.
Sei que rasgar o peito e chorar não vai me acalmar,
Mas choro, pois é uma forma de me expressar.
Não sei a que me conduz tudo isso, só sei que preciso chorar,
Embora não saiba por que, é uma forma de desabafar
Tudo angustia, imprime em mim uma vontade louca de sumir, esconder, me afastar,
A vida não tem graça, tudo negro, escuro pálido,
Que louca sensação de estar morrendo,
E querer me isolar.
É o que sinto, quando uma dor triste indefinível vem aqui no peito morar.
É depressão, mal do século, mas tão real e tão sem nexo que as vezes não consigo explicar.
Depressão, abatimento moral, tristeza profunda, desânimo,
È o que falo, mas ninguém vê , estou deprimida, mas não posso mostrar.
A dor maldita se esconde no peito a me apertar.
E o choro dá significado a tristeza que não quer me deixar.
Lamento sem causa, medo, tudo vem aqui dentro do peito se alojar,
Perco o equilíbrio da vida,
Perco o sentido de ser,
Perco minha alma nesse emaranhado de emoções,
Que me faz refém e não me abandona,
Onde só o choro mostra, que lágrimas foram feitas para desabafar.
E eu me desabo em prantos, para não me afogar.
É uma tristeza que não tem lugar,
Dói em todo meu ser,
Uma dor que não sei explicar.
Choro por tudo e todos
Os pensamentos negativos povoam minha mente,
E não consigo controlar.
Sei que rasgar o peito e chorar não vai me acalmar,
Mas choro, pois é uma forma de me expressar.
Não sei a que me conduz tudo isso, só sei que preciso chorar,
Embora não saiba por que, é uma forma de desabafar
Tudo angustia, imprime em mim uma vontade louca de sumir, esconder, me afastar,
A vida não tem graça, tudo negro, escuro pálido,
Que louca sensação de estar morrendo,
E querer me isolar.
É o que sinto, quando uma dor triste indefinível vem aqui no peito morar.
É depressão, mal do século, mas tão real e tão sem nexo que as vezes não consigo explicar.
Depressão, abatimento moral, tristeza profunda, desânimo,
È o que falo, mas ninguém vê , estou deprimida, mas não posso mostrar.
A dor maldita se esconde no peito a me apertar.
E o choro dá significado a tristeza que não quer me deixar.
Lamento sem causa, medo, tudo vem aqui dentro do peito se alojar,
Perco o equilíbrio da vida,
Perco o sentido de ser,
Perco minha alma nesse emaranhado de emoções,
Que me faz refém e não me abandona,
Onde só o choro mostra, que lágrimas foram feitas para desabafar.
E eu me desabo em prantos, para não me afogar.
Tributo ao sol
Conta-se que certa vez, o vento o sol e a nuvem fizeram uma aposta. Qual deles era mais forte.
Então começou a disputa, apostaram que teria força suficiente para fazer um senhor que passava tirar um imenso casaco em meio a um rigoroso inverno.
Então primeiro veio o vento era forte, frio, que a tudo ia derrubando, envergando as arvores e sua força era imensa e o pequeno homem mais e mais apertava seu casaco para protegê-lo do frio.
Depois foi a vez da nuvem, ela se encheu de água e soltou uma chuva imensa, era uma enxurrada que a tudo lavava e levava, e o pequeno homem, puxava mais e mais o casaco, para que o protegesse da chuva que a tudo encharcava.
Então foi a vez do sol, veio tímido, devagarzinho, primeiro alguns raios solares, e foi esquentando tudo secando se posicionando em seu lugar de astro rei, as pessoas sorriam, porque finalmente ele começou a brilhar e o pequeno homem sentia um calorzinho gostoso e do calorzinho veio o calorão, então como se fosse um ritual acostumado, tirou o casado colocando em cima do ombro e seguiu seu caminho tranqüilo, sem violência, sem se machucar, vencedor: sol.
Penso na humildade do sol, que a cada dia dá um espetáculo sem público, não espera aplausos, não incomoda, embora seja um astro rei, capaz de iluminar todos os astros do planeta, não nos permite olha-lo de frente por muito tempo, basta saber que ele está lá, a brilhar.
a fornecermos animo em nossa caminhada renovando idéias e ideais a cada dia, estamos nós acostumados com sua luminosidade que percebemos o quanto nos é preciosa , quando alguns dias de chuva que também é necessária, vem nos lembrar que estamos com saudade de seu brilho, porque seu nascer e pôr é um espetáculo impar.
O sol, ah o sol que no inverno aquece nosso corpo, esquenta a alma, nos faz andar abraçadinhos para nos aquecer melhor, na primavera faz abrir a flores enfeita o jardim de nossa vida, que no outono seca as flores para que as sementes sequem e possam novas flores enfeitar, que no verão nos faz crianças com vontade de brincar, a gente sempre sabe do quanto tudo na natureza é muito bom, mas tomei mais consciência disso quando meu neto na sua sabedoria de três anos profetizou com convicção:- Vovó o sol é nosso amigo e eu digo amém.
Então começou a disputa, apostaram que teria força suficiente para fazer um senhor que passava tirar um imenso casaco em meio a um rigoroso inverno.
Então primeiro veio o vento era forte, frio, que a tudo ia derrubando, envergando as arvores e sua força era imensa e o pequeno homem mais e mais apertava seu casaco para protegê-lo do frio.
Depois foi a vez da nuvem, ela se encheu de água e soltou uma chuva imensa, era uma enxurrada que a tudo lavava e levava, e o pequeno homem, puxava mais e mais o casaco, para que o protegesse da chuva que a tudo encharcava.
Então foi a vez do sol, veio tímido, devagarzinho, primeiro alguns raios solares, e foi esquentando tudo secando se posicionando em seu lugar de astro rei, as pessoas sorriam, porque finalmente ele começou a brilhar e o pequeno homem sentia um calorzinho gostoso e do calorzinho veio o calorão, então como se fosse um ritual acostumado, tirou o casado colocando em cima do ombro e seguiu seu caminho tranqüilo, sem violência, sem se machucar, vencedor: sol.
Penso na humildade do sol, que a cada dia dá um espetáculo sem público, não espera aplausos, não incomoda, embora seja um astro rei, capaz de iluminar todos os astros do planeta, não nos permite olha-lo de frente por muito tempo, basta saber que ele está lá, a brilhar.
a fornecermos animo em nossa caminhada renovando idéias e ideais a cada dia, estamos nós acostumados com sua luminosidade que percebemos o quanto nos é preciosa , quando alguns dias de chuva que também é necessária, vem nos lembrar que estamos com saudade de seu brilho, porque seu nascer e pôr é um espetáculo impar.
O sol, ah o sol que no inverno aquece nosso corpo, esquenta a alma, nos faz andar abraçadinhos para nos aquecer melhor, na primavera faz abrir a flores enfeita o jardim de nossa vida, que no outono seca as flores para que as sementes sequem e possam novas flores enfeitar, que no verão nos faz crianças com vontade de brincar, a gente sempre sabe do quanto tudo na natureza é muito bom, mas tomei mais consciência disso quando meu neto na sua sabedoria de três anos profetizou com convicção:- Vovó o sol é nosso amigo e eu digo amém.
Solidão
Há muitas pessoas que sofrem do mal da solidão. Basta que ao seu redor se arme o silêncio, que não se manifeste aos seus olhos nenhuma presença humana para que delas se apodere imensa angustia, como se o peso do céu desabasse sobre a sua cabeça, como se dos horizontes se levantasse o anúncio do fim do mundo.
De todos os males da vida moderna, a solidão tem se mostrado de forma mais gritante, pois ultrapassa os limites da compreensão humana.
Porque as pessoas tem se sentido tão só? Talvez as agitações diárias, o acúmulo de atividades, deixem por vezes esgotadas do convívio humano, ou simplesmente, o ser humano deixou de compartilhar com os seres de sua espécie, suas ansiedades, suas dúvidas, suas incertezas e certezas, suas tristezas e alegrias, por achar desinteressante esses laços de amizade cultivada como antigamente, ao mesmo tempo me pergunto, estará só uma pessoas que tem tantas experiências, tantos pensamentos, um mundo particular de lembranças sobre as quais meditar?.
Portanto ninguém deve se sentir só, quando tem seu lado espiritual bem amparado e preparado para conviver consigo mesmo.
A solidão só existe quando vem acompanhada de outros problemas existenciais
De todos os males da vida moderna, a solidão tem se mostrado de forma mais gritante, pois ultrapassa os limites da compreensão humana.
Porque as pessoas tem se sentido tão só? Talvez as agitações diárias, o acúmulo de atividades, deixem por vezes esgotadas do convívio humano, ou simplesmente, o ser humano deixou de compartilhar com os seres de sua espécie, suas ansiedades, suas dúvidas, suas incertezas e certezas, suas tristezas e alegrias, por achar desinteressante esses laços de amizade cultivada como antigamente, ao mesmo tempo me pergunto, estará só uma pessoas que tem tantas experiências, tantos pensamentos, um mundo particular de lembranças sobre as quais meditar?.
Portanto ninguém deve se sentir só, quando tem seu lado espiritual bem amparado e preparado para conviver consigo mesmo.
A solidão só existe quando vem acompanhada de outros problemas existenciais
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