Conta-se que certa vez, o vento o sol e a nuvem fizeram uma aposta. Qual deles era mais forte.
Então começou a disputa, apostaram que teria força suficiente para fazer um senhor que passava tirar um imenso casaco em meio a um rigoroso inverno.
Então primeiro veio o vento era forte, frio, que a tudo ia derrubando, envergando as arvores e sua força era imensa e o pequeno homem mais e mais apertava seu casaco para protegê-lo do frio.
Depois foi a vez da nuvem, ela se encheu de água e soltou uma chuva imensa, era uma enxurrada que a tudo lavava e levava, e o pequeno homem, puxava mais e mais o casaco, para que o protegesse da chuva que a tudo encharcava.
Então foi a vez do sol, veio tímido, devagarzinho, primeiro alguns raios solares, e foi esquentando tudo secando se posicionando em seu lugar de astro rei, as pessoas sorriam, porque finalmente ele começou a brilhar e o pequeno homem sentia um calorzinho gostoso e do calorzinho veio o calorão, então como se fosse um ritual acostumado, tirou o casado colocando em cima do ombro e seguiu seu caminho tranqüilo, sem violência, sem se machucar, vencedor: sol.
Penso na humildade do sol, que a cada dia dá um espetáculo sem público, não espera aplausos, não incomoda, embora seja um astro rei, capaz de iluminar todos os astros do planeta, não nos permite olha-lo de frente por muito tempo, basta saber que ele está lá, a brilhar.
a fornecermos animo em nossa caminhada renovando idéias e ideais a cada dia, estamos nós acostumados com sua luminosidade que percebemos o quanto nos é preciosa , quando alguns dias de chuva que também é necessária, vem nos lembrar que estamos com saudade de seu brilho, porque seu nascer e pôr é um espetáculo impar.
O sol, ah o sol que no inverno aquece nosso corpo, esquenta a alma, nos faz andar abraçadinhos para nos aquecer melhor, na primavera faz abrir a flores enfeita o jardim de nossa vida, que no outono seca as flores para que as sementes sequem e possam novas flores enfeitar, que no verão nos faz crianças com vontade de brincar, a gente sempre sabe do quanto tudo na natureza é muito bom, mas tomei mais consciência disso quando meu neto na sua sabedoria de três anos profetizou com convicção:- Vovó o sol é nosso amigo e eu digo amém.

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